18° Dia - 22/05/25
Hoje saímos para caminhar na orla e decidimos nos dirigir até o clube náutico de Knysna, que foi fundado em 1910. Ali, curiosamente esta integrado ao clube uma área com lojas, cafés e bulevares. O clube abriga várias embarcações, desde veleiros a catamarãs gigantes e luxuosos que chamam a atenção.
Almoçamos em um tipo de fast-food, com um prato de costela, frango, linguiça e molho barbecue. O dia estava agradável com um sol muito gostoso, e o friozinho do inverno seco daqui, realçado pela bela paisagem do estuário.
Depois, visitamos as impressionantes falésias e paredões que guardam o acesso ao mar. Essas formações rochosas, conhecidas como as Knysna Heads, são duas enormes torres de pedra que formam uma passagem estreita e desafiadora, onde o Oceano Índico encontra a lagoa de Knysna. A força das ondas quebrando ali é assustador. A formação rochosa me lembrou, o Parque da Guarita de Torres no Rio Grande do Sul.
Também exploramos uma das ilha na lagoa, que parecia um universo paralelo, oferecendo um ambiente quase que um paraíso e uma qualidade de vida invejável. Uso o termo Universo paralelo, porque não muito longe dali, nas encostas dos morros não privilegiados de vistas, os morros na entrada da cidade e em torno da rodovia, estão apinhados de favelas com suas casas de lata. Nas ilhas e nas escarpas em frente ao mar e a lagoa, os que possuem grana, e podem construir seu paraíso. Ainda é forte a segregação e a desigualdade social na África do Sul.
À noite, repetimos a deliciosa sopa no jantar. Hoje, também recebi uma homenagem especial por completar um ano de retorno à empresa, com um belíssimo vídeo repleto de mensagens dos colegas.
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