22° Dia - 26/05/2025

Hoje começamos nosso dia com chuva, por volta das 11 da manhã, seguindo o roteiro organizado pela Adelaide fomos conhecer algumas vinícolas da região.


Nossa primeira parada foi na vinícola Dornier, fundada nos anos 2000. Mesmo com o tempo chuvoso, caminhamos pelos pátios de jardins caprichados com um colorido especial das árvores de outono. Apesar de não haver visitas guiadas sem agendamento prévio, aproveitamos para circular e apreciar um pouco eo lugar.


A região vinícola da África do Sul tem uma história rica e fascinante. A produção de vinhos começou no século XVII, quando os colonizadores holandeses trouxeram as primeiras videiras. Com o tempo, os huguenotes franceses, exilados devido à perseguição religiosa, trouxeram técnicas vitivinícolas que impulsionaram a qualidade dos vinhos locais. Hoje, a África do Sul é reconhecida mundialmente por seus vinhos, apreciados por suas características, refletindo a geografia e clima local favorável a este setor. 

Em seguida, visitamos a Vinícola Rust, fundada em 1694, onde se encontra o restaurante em meio as parreiras. A cave não era neste local.  Lá, experimentamos um menu denominado Box combo, incluindo iscas de frango, lula, batatas fritas e molhos, entre eles um delicioso mel com alho. Aproveitei para degustar vinhos premium, 4 tipos, dois brancos e dois tintos. Tudo isso em frente a uma janela com vista aos parreirais. Ambiente agradável, sensação acentuada pelo frio da rua.




A África do Sul agora é uma das principais regiões produtoras de vinho do mundo, com diversas áreas renomadas como Stellenbosch e Franschhoek, produzindo tanto variedades clássicas quanto vinhos característicos, como o Pinotage.

Depois, fizemos uma breve parada em um mercado que já havia nos chamado atenção quando ontem chegamos à cidade. O Local produz e vende morangos e no entorno da prioridade obras de arte, se assim podemos chamar feitas de latão colorido. Na verdade bem estranhas.

Seguimos para a vinícola Spier, a mais antiga, fundada em 1692. Este é um lugar impressionante, com um pátio magnífico, um complexo com SPA, hotel restaurante, e espaços para piquenique. O tempo já estava melhor, sem chuva e embora frio, estava agradável para explorar o local. Gostamos de mais do ambiente com recantos e nestes obras de arte. O jardim de muito bom gosto com lagos, córregos, pedras do bioma e árvores de estação (européias) Gigantes, especialmente os carvalhos. 









Por último, passamos pela vinícola Zara também com um jardim lindíssimo, acentuado pelas árvores plantaras ao longo da estrada com suas folhas coloridas, pelo outono. Nesta somente circulamos com o carro e não entramos na bodega, pois o restaurante estava fechado e não havia degustação disponível.






 Então, voltamos, aproveitamos e fomos ao mercado e após para o apartamento.  

Aproveitei para dar uma caminhada pelo cemitério próximo ao prédio. É um lugar interessante, dividido entre as sepulturas de europeus mais abastados, com túmulos em pedra e algumas esculturas, e dos africanos ou menos abastados e favorecidos, com simples cruzes de madeira, e sem nenhuma alvenaria nos seus túmulos. Também no local o cemitério luterano e o cemitério hebreu/judeu, cada uma com suas características próprias.





Para fechar o dia, sopa de verdura é um vinho Rose enlatado, da vinícola Spier. 

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